A PTAX é a taxa que eu deveria ter pago?
Não. A PTAX é referência, não preço de balcão: o Banco Central a apura a partir de consultas ao mercado e divulga no fim do dia. A taxa da sua operação vem com o spread da instituição, que é a remuneração de quem opera e é legítima. O que a calculadora mostra é o tamanho dela. Saber o número é o que permite negociar em vez de aceitar.
De onde vem a PTAX usada no cálculo?
Da API pública Olinda, do Banco Central. A calculadora usa a PTAX de venda, boletim de fechamento, da data que você informar. Se a data cair em fim de semana ou feriado, ela recua até o último dia útil com cotação divulgada, dentro de uma janela de dez dias.
O resultado já inclui IOF e tarifas?
Não. A comparação é só de taxa contra taxa. IOF, tarifa de contrato e demais encargos entram por fora. No seu contrato de câmbio, o número que junta tudo é o VET, o Valor Efetivo Total: a instituição é obrigada a informá-lo. Peça o VET e compare com a referência do mesmo horário.
Meus dados ficam salvos em algum lugar?
Não. O cálculo roda no seu navegador e a única requisição externa é a consulta da cotação no Banco Central. Valor, taxa e data não são enviados para nós, a menos que você clique para mandar o resultado no WhatsApp.
A diferença deu alta. O que dá para fazer?
Depende de onde a margem está sendo perdida. Às vezes é preço, e a conversa é com a mesa. Às vezes o problema é prazo: você precifica em um dia e embarca três semanas depois, e aí a discussão é de descasamento, não de taxa. Em operação de exportação, ACC e ACE mudam o momento em que o dinheiro entra. Nem todo caso pede instrumento contratado; parte se resolve casando entradas e saídas.